13 de novembro de 2014

Sobre o filme mais fofo de todos os tempos


Aproveitando a foto do último post, um texto antiguinho escrito por mim, resolvi falar sobre o filme Lola, protagonizado pela polêêêmica Miley Cyrus. Vi umas resenhas falando mal do filme (ok, com críticas negativas, melhor dizendo), e também sei que ele é super conhecido pela galera e eu tô bem atrasadinha, mas nunca é tarde para resenhar algo que a gente gosta, né? Pois bem.

Eu já assisti umas 982783x esse filme - mentira, foram umas 4 vezes - e não me canso! Ele fala sobre a vida da Lola, também conhecida por Lol (em referência ao primeiro filme, "Rindo à toa", ou laghing out loud, whatever) e suas crises e problemas e, bom, essas coisas da adolescência. Ela passa por bads com a mãe, acaba com o namorado e se apaixona pelo melhor amigo que é melhor amigo do ex (êpa!), esse gato aí da foto. Enfim, coisas que toda guria adolescente passa. Não exatamente nessa ordem ou desse jeito, certinho, mas uma coisinha ou outra, acho que todo mundo já passou.

O que a Lola quer de verdade é ficar em paz com a mãe dela, já que elas são super diferentes; dar certo com o cara que é afim e passar por cima de tudo que a deixa mal, incluindo escola e amigos. No caminho ela vai aprendendo e passando por várias coisas, mas vivendo sempre com amor <3 Eu achei o filme bem fofinho, e as cenas com o Douglas Booth são AS MELHORES. A mãe da Lola é a linda da Demi Moore e temos no elenco até a Alice, de Crepúsculo. hehe

Ó o trailer pra quem ainda não viu (o que eu acho difícil), e se interessou:



O filme é de 2012, foi feito nos EUA (com cenas na lindíssima França), e tem 97 minutos. Quem quer assistir online acha fácil, mas recomendo dar uma procurada em locadora ou no canal Now, da Net. Espero que vocês gostem também, porque eu a-m-o esse filme!

Beijinhos 


12 de novembro de 2014

Sobre tudo aquilo que você não sabe sobre mim


É, acho que você entrou para aquela lista interminável de caras - ou mesmo pessoas - que não me dão a chance de mostrar minha verdadeira eu. E isso é um tanto triste, considerando toda aquela história que poderia ter virado uma verdadeira história. Okei, não vou exagerar dessa vez, ou vou tentar, pelo menos. Acontece que tudo parecia muito mais legal antes de eu saber seu nome e ir te perguntar se você podia trocar dinheiro pra mim. Você disse que não tinha, eu saí andando e não pude evitar de voltar e perguntar seu nome. Não sei se foi a atitude certa a ser feita, mas foi. E talvez tenha sido por causa dela que tudo se desenrolou depois. Se foi isso mesmo eu não sei, mas o que aconteceu tá tudo guardado aqui ó. Dentro de mim, quietinho, sem vontade nenhuma de sair.

Se eu pudesse escolher numa escala de 0 a 10 uma nota para o que falavam de você, com certeza seria 11. Você é aquele tipo de cara fofo e certinho, bem família e - gato, pois é - que todas as menininhas e mulherões caem em cima. No começo eu não me senti insegura, não me retraí e apenas me mostrei quem eu sou, sem máscaras ou exageros. Talvez tenha tentado te impressionar uma ou duas vezes, mas não é preciso de tanto, não é mesmo? Não é qualquer menina de 17 anos que mora sozinha, longe da família e trabalha para poder pagar as próprias contas. Não é qualquer menina de 17 anos que gosta de música antiga e curte mais ficar em casa do que sair por aí ou virar a noite em alguma balada. Tanto que a primeira vez que eu fiz isso, olhe bem, foi com você. E mesmo assim eu senti que não era bem o meu lugar.

E depois de te conhecer melhor, saber seus gostos, manias e incontáveis defeitos, pensei que você quisesse me conhecer melhor também - não até certo ponto como você fez; mas inteira, de cima a baixo, de dentro pra fora. Não foi. Mais uma vez eu imaginei coisas que não devia ter imaginado, pensei que seria diferente e - vindo de você todas aquelas críticas para todos os outros caras que foram babacas - eu não pensei que viraríamos isso. Dizem que quem quer faz de tudo, corre atrás e não arranja desculpas... Vai ver a pessoa que falou isso pela primeira vez estava certo. Porque nenhuma desculpa é grande o suficiente para me fazer entender o óbvio.

Não seja igual todos os outros, eu pensava comigo mesma pela milésima vez.

Não que eu tenha ficado muito mal depois de perceber suas reais intenções. Não que eu tenha ido dormir com a minha blusa que estava com seu cheiro durante uma semana depois daquela noite em que nos beijamos. Não que eu faça carinho na sua barba lembrando do quanto ela me arranhou e você, bobo, me irritava ainda mais quando eu mostrava me importar. Não que você seja aquele que faz eu sonhar coisas fofinhas nem que seja aquele que faz meu coração palpitar quando chega perto, mas tem coisas em você que me irritam de verdade. Não que eu esteja falando a verdade aqui da forma mais irônica possível - estou apenas tentando, confesso - e não que eu sinta a sua falta e queira que aquele dia voltasse. Ou noite. Ou madrugada. O dia todo em si foi inesquecível.

Aí eu acreditei em todas aquelas palavras, e você fez a pior coisa que podia ter feito. Ou melhor, dependendo da sua real intenção. Eu percebi que não é porque alguém te fala algo a pessoa tem que cumprir, nem se ela falar que vai te ver nas suas folgas e depois do seu horário de trabalho. Okei, aí já é exagero quando você tira uma folga por semana e só sai do trabalho tarde da noite. Mas eu acreditei em frases ditas à toa, pela boca que se manteve distante por tanto tempo, e não me deu chances de matar a vontade completa. O metrô agora está vazio, o horário de almoço uma monotonia e meu celular não mostra nenhuma mensagem sua.

Não que eu ligue para essas coisas, e eu não ligo mesmo. É só a dúvida que me deixa inquieta e a maldita lista que aumenta, me provando o que, no fundo, eu sempre soube: eu podia ter te mostrado minha coleção de CD's, meu quarto e minhas camisas de banda. Podia ter te falado que amava cantar quando era menor e que tenho uma mania horrível de estralar os dedos quando acordo. Podia ter te mostrado meus talentos, meus defeitos e minhas paixões, e você podia ter percebido que era a menina certa para você, o certo para mim. Mas tudo isso só teria sido possível se você tivesse me dado o espaço ideal para minha demonstração. Podia, sim, e talvez assim, você podia ter ficado um pouco mais. Aquela noite e também na minha vida.


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E também sobre aqueles textos antigos que resgatamos só para não deixar o blog vazio. Mas também para lembrar de sentimentos passados </3

5 coisas


Às vezes a vida nos presenteia com um grande e um (pelo menos é o que parece) interminável desânimo. Não temos vontade para fazer nada, nem inspiração, muito menos ideias para botar em prática. E é por essas e outras que eu acabo sumindo daqui, mas eu sempre volto, né? O amor por blogar é muito grande, tem jeito não <3

Nesse tempo que eu sumi tenho estudado, descansado bastante (quem quer me dar um emprego, pufavô), conhecido gente nova, ido pras balads e me divertido. Mas a inspiração pra postar aqui tava escassa, até que eu achei uma página muito amor no face, a 5 coisas. Eu já queria voltar pra cá e me dedicar mais há um tempo, mas só depois de ficar quase o dia inteiro vendo as fotos da fan page, tomei coragem na cara pra abrir o blogspot e escrever.

As fotos são meio que listinhas de 5 coisas, em determinados assuntos. Não dá pra não se identificar, sério! Dá uma olhada nas que eu mais curti:














É muita fofura, meeeeeu! Vontade de ler tudo e repetir, achei muito inspirador <3

Ah, e adivinhem quem não vai no show do Arctic Monkeys :( mas vai no show do Paul McCartney :)))))?

SIM, EUZINHA!

Me falem de páginas do fb que vocês também gostam, adoro compartilhar esse tipo de coisa aqui! Beijinhos 

10 de outubro de 2014

Eu volteeeei!!!


Gente. Que. Saudade. Daqui.

Eu nem acredito que fiquei tanto tempo sem postar! É até estranho. Parece que meu título como blogueira foi por água abaixo, nem sei se vocês ainda lembram de mim hahaha. Pois bem.

No momento estou comendo bombom, ouvindo Jake Bugg e pensando em como esse ano foi louco. Quanta coisa aconteceu em pouquíssimo tempo, quantas mudanças, quantas loucuras. E a minha vontade de continuar postando aqui nunca morreu, e meu amor por jornalismo e por São Paulo só foi crescendo.

Tudo incrível galera, in-crí-vel. Apesar dos momentos tensos <3

E como eu não tô crendo nesse meu tempo livre em meio à tantas responsabilidades (faculdade, trabalho, casa, vida pessoal), tô super feliz de estar escrevendo aqui. Até tem vídeo novo e, se tudo der certo, terá mais!!! Prometido, hein.



Curtiram? Espero que sim! Se sim cliquem em "gostei" e se inscrevam no meu canal que logo logo terá mais vídeos!

Beijinhos e até o próximo (e próximos) post(s).