5 de janeiro de 2016

#ootd aleatório


Sabe quando você ainda tá se organizando, e se sente meio perdida sem nem saber por onde começar? Bom, essa sou eu com o blog nos últimos tempos. Em época de faculdade tudo fica tão louco, que eu nem consigo postar direito - quem me acompanha (ainda tem gente que me acompanha?) - sabe. Mas a real é que eu tenho muitos planos para o Doce Apego esse ano, o que inclusive será tema de um próximo post, de um futuro não muito distante.

Toda vez que volto da praia, me sinto meio inserida numa onda meio hippie, paz, meditação, amor etc. E acho que isso acaba refletindo um pouco no meu estilo. Principalmente por ser verão: eu acabo deixando as botas e coturnos um pouco de lado, e minha alpargata acaba gasta de tanto que eu uso.

Esse bracelete lindo eu comprei na feirinha hippie de Itanhaém - muita gente duvida, mas lá tem umas coisas legais (sério!). Essa saia já apareceu em outros looks por aqui, e é coringa em qualquer produção mais arrumadinha que eu queira fazer. Esse cropped é meu amorzinho para os dias mais quentes <3



Como eu disse, ainda estou em fase de organização, mas logo mais vocês verão posts mais frequentes e coerentes com o novo estilo do blog, e da minha vida. Quem me segue no instagram, pôde ver meu novo ~cronograma~ que eu vou tentar seguir direitinho, mesmo em época de aulas.

Quem quiser me dar sugestões de posts, seria muito bom também! Saudades criatividade dos meus 15 anos hahahah.

Beijos, e até o próximo post. 

4 de janeiro de 2016

"e te dedico uma linda história..."


Eu já te escrevi um livro. Já sonhei noites seguidas com o nosso encontro. Já chorei no meio da rua depois de perceber que não havia sido a escolhida. Te contei segredos, desabafei e, numa noite dessas, te beijei. Anos e anos tentando me relacionar com alguém, sem teu sorriso e olhares saírem da minha cabeça jamais.

É difícil se acostumar ao fim, e eu venho tentando lidar com ele há pelo menos uns cinco anos. Não são todos os textos do meu blog, do meu diário ou do meu bloco de notas do celular, mas pelo menos grande parte deles. Meu coração é enorme; cabe muita gente diferente e que eu me encantei nesse tempo com a sua ausência, mas seu lugar é insubstituível.


Eu nunca imaginei que pudesse sentir isso por alguém, é algo que eu não consigo explicar em palavras, por mais que eu pudesse escrever outro livro apenas para listar o que gosto em ti. Seus defeitos hoje ultrapassam qualquer possível sentimento que eu tenho nutrido por você, mas no geral, na minha vida em si, eu te amei. E amo. E falo com convicção, que jamais amarei alguém dessa maneira.

Hoje, depois de tanto tempo, eu percebo que mereço alguém que goste de mim, sendo parecido com você ou não. Eu cansei de insistir em algo que não vai dar certo por agora (quem dirá no futuro), e parei de procurar um pouco de você em todas as pessoas com quem me relaciono. Não posso mais fazer isso. É primeiro de janeiro de um novo ano que está por vir e, depois de tantos finais declarados em mensagens e crônicas, aqui vai o último adeus.


Eu não queria parar de falar com você para sempre, nem nada do tipo. Mas, por ora, sinto que nosso distanciamento é algo que só vai me fazer bem. Não importa quanto tempo passe, meu sentimento por você vai ser o mesmo, e nem eu entendo direito isso. Por que? Por que você? Eu não entendo, não sei qual o sentido disso, gostar de alguém que nunca gostou de mim, nem age comigo da maneira que eu realmente mereço.

Agora eu estou sentindo cheiro do meu incenso na sala do meu vazio apartamento, a quilômetros de você - ainda bem! - ouvindo algumas músicas, e pensando no seu sorriso. Eu não sei porque passam tantos anos e eu continuo te amando, é uma coisa que chega a me irritar, me chatear e me decepcionar. Eu não consigo gostar de mais ninguém da mesma maneira, mas vou me esforçar, juro. Se mantenha longe de mim: só isso que eu te peço.


Se for pra acontecer de um dia ficarmos juntos, vai acontecer, simples assim. Não que eu acredite muito nisso; mas você é o único fucking cara do mundo que me faz ter vontade de casar, e me faz pensar na música e na praia que eu escolheria para a ocasião. Me odeio tanto por isso - por termos ficado em lugares específicos da cidade onde morei minha vida toda, e só de passar perto de cada local, lembrar da gente. Depois de tanto tempo: juntos, de mãos entrelaçadas e abraçados, andando perto do mar.

Seu ego me deprime, seus joguinhos me cansam e eu te odeio. E nunca mais quero escrever textos inspirados em você.

Se isso fosse um diário, eu assinaria embaixo: Eu te amo, -. Mas adeus.

29 de dezembro de 2015

Ah mar!


Todo mundo costuma dizer que Natal é em família, mas eu sou daquelas que leva a coisa pra outro nível: esse ano comprei presente pra todos, fiz vídeo de retrospectiva e tentei passar a maior parte do tempo que estava na praia para ficar com os meus lindos <3 a saudade define a certeza, e eu tive certeza do quanto eu amo o Natal, e do quanto o feriado desse ano foi bom. 

A gente se diverte quando eu tô tirando fotos, enquanto toca alguma música aleatória de sertanejo ao fundo, e meus primos estão balançando na rede. A simplicidade de Itanhaém aquece meu coração, e vir pra cá nunca doeu tanto como no fim de semana que eu tive que voltar.

"Percebo que no não-possuir, encontram-se a paz e a calma."




O Léo fez um ano no dia 27!!! Como passou rápido, meu gordinho já tá tão grande, andando pra lá e pra cá hahaha <3












A saudade era tanta, que eu passei a tarde na praia mergulhando e renovando minhas forças... para voltar feliz, e com a certeza de que logo mais estarei lá de novo.

Eu amo São Paulo com todo o meu coração, mas às vezes a saudade da nossa antiga casa grita bem alto, e temos que manter sempre bons sentimentos em nós mesmos. Não me procurem pelo próximo mês: se Deus quiser, estarei renovando minhas energias no mar!

Beijos, e até o próximo post 

5 de dezembro de 2015

Veja bem, meu bem


E aqui estou eu de novo. Apenas praticando o ato da escrita para não perder o costume, para não deixar de fazer o que amo, para cumprir com o dito por mim nos últimos dias.

Há pessoas que gostam das minhas palavras, e há aquelas que nem ao menos entendem o que eu digo, porque eu mesmo sou um emaranhado de sentimentos e confusões.

Falarei de novo sobre você. Ah, meu bem, você será a inspiração dos meus inúmeros textos; desde quando eu me entendo por aspirante à escritora, até depois do nosso casamento que se passa na minha cabeça nos meus mais malucos sonhos. Eu conheço outras pessoas, tenho aqueles "instant crush", que chegam de levinho e acabam como um vendaval, mas o coração é frio e duro que nem pedra nos dias de hoje; não dá para negar. Não há uma pessoa sequer que tenha passado pela minha vida depois da nossa história que eu tenha gostado realmente, não pelo menos do jeito que eu gostei de ti. Sabe quando você escuta "wish you were here" do Pink Floyd, pensando na pessoa que ama, e imaginando-se num altar? Ou na praia, com todos os convidados de branco e descalços, quem sabe... Meu Deus. Que loucura.

Eu sei que a tecla até calejou de tanto que eu bato nela, mas a história é a seguinte: eu sou aquele tipo de pessoa que só vai gostar de uma pessoa na vida. Digo, de verdade. Porque muitos caras já passaram por ela, me arrancando suspiros e trazendo emoções ao meu pequeno e quente coração, mas com você é diferente. Você se tornou (ou sempre foi, vai saber), a exceção das exceções. A história mal contada e mal resolvida que nem bem vivida foi. O cara do cabelinho enrolado que ficava lindo de branco, e que eu insisto em citar em todos os textos, poesias e pequenas frases escritas em cada fim de caderno escolar. E olha que eu já estou indo para o terceiro ano da faculdade.

Em todos meus diários vai ter seu nome ou algo explícito que se refere à você. Veja bem, meu bem, sinto te informar, mas tem coisas que não saem do meu coração depois que entram. Você é uma delas - uma pena e um alívio ao mesmo tempo. Pensei que já não tinha mais meu músculo cardíaco, até você teclar em algumas letras e me mandar um oi que mudou toda a minha percepção. Eu amo o jeito que você escreve, que me faz sorrir, e me faz deslizar os dedos pelo teclado tão rapidamente como eu estou fazendo agora. Eu não preciso pensar, não preciso refletir ou ao menos decidir por pressionar o enter ou não. Quando vou ver estou lá, indagando coisas que nunca serão verdadeiramente respondidas, falando besteiras e bobagens que você já está cansado de saber.

Adivinha pra quem é esse texto? Mais uma vez, pra você.


E olha que eu já te fiz muitos últimos escritos.